Para o Dia do Pai fizemos um presente muito bonito ora vejam.
quinta-feira, 19 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Semana da Leitura
Na nossa escola a semana da Leitura irá decorrer de 9 a 13 de Março.
10/03/2009
Turma 1 - 1º/2º anos
Realização/Elaboração de um livro colectivo com a história dos três porquinhos.
Turma 2 - 2º/3º anos
Cada aluno recontou uma história e com ela elaborou um livro ilustrado;
Audição da história "Alice no País das Maravilhas", lida pelo Gabriel e pela sua mãe.
Turma 3 - 3º/4º anos
Audição da história "O colar da Rola", lida pelo Sérgio e pela sua mãe.
11/03/2009
Turma 1 - 1º e 2º anos
Leituras dramatizadas, pelos alunos do 2º ano, dos "Poemas da Mentira e da Verdade" de Luísa Ducla Soares:
"Sementeira";
"O que uma criança sofre";
"Rei, capitão, soldado, ladrão...".
Turma 2 - 2º/3º anos
Audição das histórias:
- "Dinossauros", lida pelo Luís Miguel e pela sua mãe;
- "Ursinhos", lida pela Adriana e pela sua prima;
- Representação da peça "Frei João Sem Cuidados (alunos do 3º ano);
Turma 3 - 3º/4º anos
Declamação do poema "Peguei na Serra da Estrela" de Luísa Ducla Soares, pelos alunos do 4º ano, na EB1 de lajeosa e na Biblioteca da EB 2,3 de Lajeosa (para os 5º e 6º anos);
Audição da várias histórias contadas pelos alunos da turma.
12/03/2009
Todas as turmas do 1º ciclo assistiram ao Teatro de Fantoches "O Grilo Verde", adaptado pela Prof. Lúcia Almeida e apresentado pela prof. Lúcia Almeida e pela Educadora Fernanda Mendes (Nani);
Turma 1 - 1º/2º anos
Apresentação, à turma 2 e ao Jardim de Infância, de um powerpoint com os desenhos realizados pelos alunos da turma.
Audição de várias histórias contadas pelas mães dos alunos.
Turma 2 - 2º/3º anos
Audição das histórias:
- "Os dez anõezinhos da Tia Verde-Água", lida pelo Daniel e pela sua mãe;
- "A Bela Adormecida, lida pela Beatriz e pela prima;
- "A Pata Nita", lida pela bruna e pela sua mãe;
- "A Fada da Cor", lida pela mariana Úria e pela sua tia;
- "Poema da Verdade e da Mentira" declamado pela Rita e pela sua mãe;
- Dramatização do poema "Limpa-Palávras" de Álvaro Magalhães (Prof. Fernanda);
Turma 3 - 3º/4º anos
Audição de uma história contada pela mãe da aluna Ana Lúcia.
13/03/2009
Todas as turmas do 1º ciclo
Audição e visionamento da história "A Sementinha" (EB 2,3 de Lajeosa);
Turma 1 - 1º/2º anos
Dramatização do poema "Limpa-Palávras" de Álvaro Magalhães, pela professora da turma.
Turma 3 - 3º/4º anos
Ida à EB1 de Lajeosa para declamar o poema "Peguei na Serra da Estrela".
No final da Semana da Leitura, foi pedido aos alunos que dessem a sua opinião.
Maria da Silva Almeida - 2º ano
Eu adorei a semana da leitura, pois foi muito divertido ler.
Ana Raquel - 2º ano
Foi muito divertido ouvir os pais contar tantas histórias.
O que mais gostei, foi do teatro que falava de um avô muito dorminhoco e de um grilo preto que não queria na horta um grilo verde.
Aluno da turma 2
A Semana da Leitura foi muito divertida, gostámos muito das actividades que fizemos com os meninos das outras turmas e foi bom ver os pais a contarem uma história.
Também gostámos muito do teatro "O Grilo Verde".
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Dia dos Direitos Humanos
Para fomentar a consciência cívica em matéria de Direitos Humanos, ao longo do 1º período, foram promovidos debates e realizados trabalhos de grupo subordinados ao tema "Direitos Humanos".
Hoje, dia dos Direitos Humanos, cada grupo apresentou, aos colegas, a conclusão dos seus trabalhos.
Direitos Humanos
A 10 de Dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) "como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver esses direitos e liberdades..."
Assim se reconhecia, três anos após os horrores da segunda guerra mundial, não só a igual dignidade de todos os seres humanos - "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos (...) sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, de nascimento ou de qualquer outra situação..." - como também o papel essencial a desempenhar pela educação na promoção desses direitos e responsabilidades.
Aristides de Sousa Mendes
Foi em Bordéus que a história prendeu Sousa Mendes nas suas garras. O seu destino passou a estar inelutavelmente ligado ao destino colectivo de dezenas de milhares de pessoas desaparecidas. Assumiu-se como homem certo no lugar e momento certos. Aquilo que muitos poderiam considerar como defeitos de personalidade num diplomata - a natureza demasiado emotiva e o seu carácter impulsivo - tornaram-se força motora de um heroísmo.
Sacrificou tudo quanto amava e presava - uma família, uma carreira - por estranhos de quem se apiedou associando ao seu honroso desempenho a espiritualidade e dignidade humana então raras, mas que, afinal, caracterizam o povo português. Numa altura em que pairava a rebeldia pelo mundo, Sousa Mendes não só era um digno diplomata como também se desenhava como o modelo do português crítico, o representante ideal da nação que todos gostaríamos que Portugal sempre fosse.
As suas atitudes tinham o cheiro do perfume cuja marca a lei portuguesa só viria a reconhecer tardiamente. Ainda assim, aos olhos dos poucos que um dia ouviram falar de Sousa Mendes, a mais viva recordação que resta deste "salvador de vidas" português é a punição desumana que lhe foi atribuida:
Salazar e seus discípulos condenaram-no à "pena de um ano de inactividade" com direito apenas a "metade do vencimento da categoria", tendo sido colocado "na disponibilidade aguardando aposentação", situação da qual só viria a se livrar com a morte, mais de 13 anos depois.
Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus, contrariando as ordens de Salazar, assinou vistos para fugitivos. Assim conseguiu salvar milhares de vidas, antes de ser afastado do cargo pelo ditador.
Em 1940, dado o avanço das tropas alemãs de Norte para Sul e de Leste para Oeste, só Portugal era porta de saída segura para um algures a salvo dos desígnios de Hitler. Eis porque, solicitando um visto, acorriam ao consulado português de Bordéus inúmeros refugiados, sobretudo judeus. Mas a 13 de Novembro de 1939 já Salazar proibira, por circular, todo o corpo diplomático português de conceder vistos a várias categorias de pessoas, inclusive a "judeus expulsos dos seus países de origem ou daqueles donde provêm".
Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, já sem mais hipóteses de transgressão, regressou a Portugal. Tinha salvo milhares de vidas, assinando vistos de dia e de noite, até à exaustão física.
Nada na biografia de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o "salazarismo (fascismo) tal como antes servira a I República. Era de tradição monárquica e católico. Foi simplesmente comovido pela aflição de "toda aquela gente" que não "podia deixar de me impressionar vivamente", como ele disse no seu processo de defesa em Agosto de 1940, que agiu.
Regressando a Portugal, Aristides foi dado como culpado no inquérito disciplinar e despromovido. Salazar reformá-lo-ia compulsivamente com uma pensão mínima. Os recursos de Aristides para os tribunais seriam em vão. Sem dinheiro, Aristides era socorrido pelo irmão e pela comunidade judia portuguesa.
Do recheado solar da família, em Cabanas de Viriato (Viseu), tudo ia sendo vendido. Os filhos de Aristides iam-se dispersando, a mulher Angelina, morreu em 1948 , e ele casou novamente mais tarde.
No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem Terceira em Lisboa. Embora o epitáfio na sua lápide reconheça os méritos de Aristides com as palavras "Quem salva uma vida, salva o mundo", a sua morte não veria qualquer comentário ou informação na imprensa portuguesa. Seria assim ignorado pelo país.
Ter-se-ia de esperar 34 anos para que Aristides fosse justamente reintegrado e louvado oficialmente em Portugal: Em 1988 na Assembleia da República, o Dr. Jaime Gama do Partido Socialista, pediu a reabilitação e reintegração póstuma de Aristides no corpo diplomático, o que foi concedido por unanimidade pelos partidos com assento na altura.
Desde 1967, Aristides é o único português que faz parte dos "Righteous Among the Nations" (Justo entre as Naçoes), no Yad Vashem Memorial em Israel.
Aristides de Sousa Mendes foi sucessivamente homenageado no domingo 29 de maio 1994 em Bordeus, e no dia 24 de Março 1995, em Lisboa, Mario Soares entregou-lhe postumamente, a Grande Cruz da Ordem de Cristo, por intermédio do seu filho, João Paulo Abranches.
Entretanto, há também o "Prémio Aristides de Sousa Mendes", atribuido pela Associação dos Diplomatas Portugueses, que distingue anualmente um trabalho de investigação sobre um tema de política internacional com relevância directa para as relações externas portuguesas.
Além disso, tem havido nos últimos anos uma onda de publicações sobre Aristides. Não só de livros, mas também de filmes (por exemplo, o filme documentário de Diana Andringa) e até de bandas desenhadas (p.ex., de Jocelyn Gille,"Bordeaux dans la Tourmente").
Por isso, Aristides de Sousa Mendes é cada vez mais conhecido em Portugal e também no resto do mundo. Ele bem o merece, porque "quem salva uma vida, salva o mundo".
Texto provisorio tirado de Luise Albers e Felix Jarck da Associação Luso-Hanseàtica, e adaptação de Antonio Moncade Sousa Mendes) .
O film "Aristides Sousa Mendes foi apresentado na familia no dia
8 de novembro de 2008 em Pessac - 31 França :
Ce minifilm sur: http://www.europeimages.com/fr/programmes/4810-aristides-de-sousa-mendes-la-vie-d-un-juste /
Para melhor conhecer este grande português:
http://www.SousaMendes.com/zplan.htm
http://www.euacontacto.com/Noticias/index.asp?chave=artigo&NewsID=5580
Hoje, dia dos Direitos Humanos, cada grupo apresentou, aos colegas, a conclusão dos seus trabalhos.
Direitos Humanos
A 10 de Dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) "como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver esses direitos e liberdades..."
Assim se reconhecia, três anos após os horrores da segunda guerra mundial, não só a igual dignidade de todos os seres humanos - "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos (...) sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, de nascimento ou de qualquer outra situação..." - como também o papel essencial a desempenhar pela educação na promoção desses direitos e responsabilidades.
Aristides de Sousa Mendes
Foi em Bordéus que a história prendeu Sousa Mendes nas suas garras. O seu destino passou a estar inelutavelmente ligado ao destino colectivo de dezenas de milhares de pessoas desaparecidas. Assumiu-se como homem certo no lugar e momento certos. Aquilo que muitos poderiam considerar como defeitos de personalidade num diplomata - a natureza demasiado emotiva e o seu carácter impulsivo - tornaram-se força motora de um heroísmo.
Sacrificou tudo quanto amava e presava - uma família, uma carreira - por estranhos de quem se apiedou associando ao seu honroso desempenho a espiritualidade e dignidade humana então raras, mas que, afinal, caracterizam o povo português. Numa altura em que pairava a rebeldia pelo mundo, Sousa Mendes não só era um digno diplomata como também se desenhava como o modelo do português crítico, o representante ideal da nação que todos gostaríamos que Portugal sempre fosse.
As suas atitudes tinham o cheiro do perfume cuja marca a lei portuguesa só viria a reconhecer tardiamente. Ainda assim, aos olhos dos poucos que um dia ouviram falar de Sousa Mendes, a mais viva recordação que resta deste "salvador de vidas" português é a punição desumana que lhe foi atribuida:
Salazar e seus discípulos condenaram-no à "pena de um ano de inactividade" com direito apenas a "metade do vencimento da categoria", tendo sido colocado "na disponibilidade aguardando aposentação", situação da qual só viria a se livrar com a morte, mais de 13 anos depois.
Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus, contrariando as ordens de Salazar, assinou vistos para fugitivos. Assim conseguiu salvar milhares de vidas, antes de ser afastado do cargo pelo ditador.
Em 1940, dado o avanço das tropas alemãs de Norte para Sul e de Leste para Oeste, só Portugal era porta de saída segura para um algures a salvo dos desígnios de Hitler. Eis porque, solicitando um visto, acorriam ao consulado português de Bordéus inúmeros refugiados, sobretudo judeus. Mas a 13 de Novembro de 1939 já Salazar proibira, por circular, todo o corpo diplomático português de conceder vistos a várias categorias de pessoas, inclusive a "judeus expulsos dos seus países de origem ou daqueles donde provêm".
Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, já sem mais hipóteses de transgressão, regressou a Portugal. Tinha salvo milhares de vidas, assinando vistos de dia e de noite, até à exaustão física.
Nada na biografia de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o "salazarismo (fascismo) tal como antes servira a I República. Era de tradição monárquica e católico. Foi simplesmente comovido pela aflição de "toda aquela gente" que não "podia deixar de me impressionar vivamente", como ele disse no seu processo de defesa em Agosto de 1940, que agiu.
Regressando a Portugal, Aristides foi dado como culpado no inquérito disciplinar e despromovido. Salazar reformá-lo-ia compulsivamente com uma pensão mínima. Os recursos de Aristides para os tribunais seriam em vão. Sem dinheiro, Aristides era socorrido pelo irmão e pela comunidade judia portuguesa.
Do recheado solar da família, em Cabanas de Viriato (Viseu), tudo ia sendo vendido. Os filhos de Aristides iam-se dispersando, a mulher Angelina, morreu em 1948 , e ele casou novamente mais tarde.
No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem Terceira em Lisboa. Embora o epitáfio na sua lápide reconheça os méritos de Aristides com as palavras "Quem salva uma vida, salva o mundo", a sua morte não veria qualquer comentário ou informação na imprensa portuguesa. Seria assim ignorado pelo país.
Ter-se-ia de esperar 34 anos para que Aristides fosse justamente reintegrado e louvado oficialmente em Portugal: Em 1988 na Assembleia da República, o Dr. Jaime Gama do Partido Socialista, pediu a reabilitação e reintegração póstuma de Aristides no corpo diplomático, o que foi concedido por unanimidade pelos partidos com assento na altura.
Desde 1967, Aristides é o único português que faz parte dos "Righteous Among the Nations" (Justo entre as Naçoes), no Yad Vashem Memorial em Israel.
Aristides de Sousa Mendes foi sucessivamente homenageado no domingo 29 de maio 1994 em Bordeus, e no dia 24 de Março 1995, em Lisboa, Mario Soares entregou-lhe postumamente, a Grande Cruz da Ordem de Cristo, por intermédio do seu filho, João Paulo Abranches.
Entretanto, há também o "Prémio Aristides de Sousa Mendes", atribuido pela Associação dos Diplomatas Portugueses, que distingue anualmente um trabalho de investigação sobre um tema de política internacional com relevância directa para as relações externas portuguesas.
Além disso, tem havido nos últimos anos uma onda de publicações sobre Aristides. Não só de livros, mas também de filmes (por exemplo, o filme documentário de Diana Andringa) e até de bandas desenhadas (p.ex., de Jocelyn Gille,"Bordeaux dans la Tourmente").
Por isso, Aristides de Sousa Mendes é cada vez mais conhecido em Portugal e também no resto do mundo. Ele bem o merece, porque "quem salva uma vida, salva o mundo".
Texto provisorio tirado de Luise Albers e Felix Jarck da Associação Luso-Hanseàtica, e adaptação de Antonio Moncade Sousa Mendes) .
O film "Aristides Sousa Mendes foi apresentado na familia no dia
8 de novembro de 2008 em Pessac - 31 França :
Ce minifilm sur: http://www.europeimages.com/fr/programmes/4810-aristides-de-sousa-mendes-la-vie-d-un-juste /
Para melhor conhecer este grande português:
http://www.SousaMendes.com/zplan.htm
http://www.euacontacto.com/Noticias/index.asp?chave=artigo&NewsID=5580
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Concurso "Outono... tempo a envelhecer"
A Biblioteca da escola E.B. 2,3 de Lajeosa do Dão está a organizar o concurso "Outono...tempo a envelhecer", com o intuito de promover a sensibilidade dos alunos.
Dos trabalhos elaborados pela turma foram seleccionados alguns que irão participar no concurso.
Outono … tempo a envelhecer
Nascem os cogumelos,
Vermelhos e amarelos.
Que lindos estão,
Dentro do caldeirão.
Outono … tempo a envelhecer.
Descem as castanhas a correr,
Para no forno assar
E a barriga a dar, a dar.
Começa a escola,
Nós, todos os dias com a sacola.
Fim-de-semana a correr,
Com o futebol para ver
27/11/2008
Bruna Martins da Costa
3º Ano - Turma 2
EB1 de Lajeosa do Dão
Outono…tempo a envelhecer.
Outono, lindo Outono!
O tempo fica fosco;
Com ele vêm as castanhas
P’ra fazermos o magusto.
As árvores nesta época
Ficam ainda mais belas,
As suas folhas caducas
São castanhas, vermelhas e amarelas.
A seguir ao Outono
O Inverno tem de vir
E todas as folhas das árvores
Até lá hão-de cair!
27/11/2008
Autora: Rita Gorrilhas Videira
Ano: 3º - Turma 2
EB1de Lajeosa
Outono…Tempo a envelhecer
Já está a ficar frio,
As folhas já caem,
Deliciosas castanhas
Dos ouriços saem.
Já se comem os míscaros,
As castanhas vou assar,
Perto da lareira,
Bons momentos vou passar.
04/12/2008
Autora: Adriana Morgado da Costa
Ano: 3º - Turma 2
EB1de Lajeosa
Outono…Tempo a envelhecer
No Outono vem a chuva,
E vem o frio também,
Comem-se as castanhas,
Que nos sabem tão bem.
No Outono as folhas caem,
A árvore fica nua,
Os meninos estão à lareira,
Porque está frio na rua.
Acabou o Verão,
Os passarinhos vão-se embora,
Chegou o Outono,
Já estava na hora.
O Outono chegou,
O Inverno vai chegar,
Com ele vem o Natal,
Que vamos todos festejar.
05/12/2008 Texto PremiadoAutor: Luís Miguel Campos Melo
Ano: 3º - Turma 2
EB1 de Lajeosa
Dos trabalhos elaborados pela turma foram seleccionados alguns que irão participar no concurso.
Outono … tempo a envelhecer
Nascem os cogumelos,
Vermelhos e amarelos.
Que lindos estão,
Dentro do caldeirão.
Outono … tempo a envelhecer.
Descem as castanhas a correr,
Para no forno assar
E a barriga a dar, a dar.
Começa a escola,
Nós, todos os dias com a sacola.
Fim-de-semana a correr,
Com o futebol para ver
27/11/2008
Bruna Martins da Costa
3º Ano - Turma 2
EB1 de Lajeosa do Dão
Outono…tempo a envelhecer.
Outono, lindo Outono!
O tempo fica fosco;
Com ele vêm as castanhas
P’ra fazermos o magusto.
As árvores nesta época
Ficam ainda mais belas,
As suas folhas caducas
São castanhas, vermelhas e amarelas.
A seguir ao Outono
O Inverno tem de vir
E todas as folhas das árvores
Até lá hão-de cair!
27/11/2008
Autora: Rita Gorrilhas Videira
Ano: 3º - Turma 2
EB1de Lajeosa
Outono…Tempo a envelhecer
Já está a ficar frio,
As folhas já caem,
Deliciosas castanhas
Dos ouriços saem.
Já se comem os míscaros,
As castanhas vou assar,
Perto da lareira,
Bons momentos vou passar.
04/12/2008
Autora: Adriana Morgado da Costa
Ano: 3º - Turma 2
EB1de Lajeosa
Outono…Tempo a envelhecer
No Outono vem a chuva,
E vem o frio também,
Comem-se as castanhas,
Que nos sabem tão bem.
No Outono as folhas caem,
A árvore fica nua,
Os meninos estão à lareira,
Porque está frio na rua.
Acabou o Verão,
Os passarinhos vão-se embora,
Chegou o Outono,
Já estava na hora.
O Outono chegou,
O Inverno vai chegar,
Com ele vem o Natal,
Que vamos todos festejar.
05/12/2008 Texto PremiadoAutor: Luís Miguel Campos Melo
Ano: 3º - Turma 2
EB1 de Lajeosa
terça-feira, 11 de novembro de 2008
O Magusto na nossa escola
Hoje, dia de S. Martinho, visualizámos um PowerPoint sobre a lenda de S. Martinho e explorámo-la na sala de aula. À tarde, após termos ajudado a preparar a mesa para o Magusto, cantámos e saltámos a fogueira, foi muito divertido.
Durante o lanche, imaginem quem nos visitou? Foi o próprio S. Martinho montado no seu cavalo de nome Trovão.










Durante o lanche, imaginem quem nos visitou? Foi o próprio S. Martinho montado no seu cavalo de nome Trovão.
domingo, 9 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O Ovo e a Galinha - Iela e Enzo Mari
A história deste livro é contada unicamente através de imagens.
Após a exploração das mesmas, a professora pediu aos alunos que recriassem e legendassem a história.



Era uma vez uma galinha chamada Matilde, que morava na Quinta da Sentença em Amesterdão, na Holanda.
Um dia a Matilde pôs um ovo e decidiu chocá-lo.
O pintainho nasceu no dia 22 de Maio.
A galinha e o galo, chamado Rui, estavam encantados com o seu filhote que era dourado como o ouro e decidiram dar-lhe o nome de Joca.
O Joca e a mãe Matilde alimentavam-se de milho e outros grãos, pois eram granívoros.
Um dia o galo Joca foi para outra capoeira e apaixonou-se por uma galinha chamada Leonor. Então recomeçou tudo outra vez.
Alexandre - 3º ano.
_______________________________________
Numa tarde chuvosa, o galo Mário e a galinha Beatriz pensaram que tinham de ter um filho, então a Beatriz disse:
- Vou já chocar um ovo.
Passados alguns dias, a Baatriz viu o ovo mexer.
O ovo estalou e nasceu o Gabriel.
O Gabriel cresceu feliz junto do pai e da mãe.
Leonardo - 3º ano
________________________________________
O Ti João, que era português, morava na cidade de Nanto, província de Toyama, no Japão e tinha na sua capoeira uma galinha chamada Sininho e um galo chamado Peter Pan.
Um dia, a Sininho e o Peter Pan fizeram um filhinho(ovo)que nasceu numa terça-feira, dia 12/12/1990. Quando o menino partiu enfim a casca, deram-lhe o nome de Joca.
O Joca cresceu e transformou-se num franguinho esperto e malandro que passava o dia atrás das minhocas do jardim.
Rita - 3º ano
________________________________________
Era uma vez uma galinha chamada Heli que morava na Irlanda.
Um dia, a Heli encontrou um galo a quem perguntou:
- Como te chamas?
- Chamo-me Alfanhoca.
- E tu?
- Eu sou a Heli. Respondeu a galinha toda emproada.
A partir dessa altura nunca mais se separaram.
Juntos tiveram um ovo, mas antes da Heli pôr, o Alfanhoca foi à capoeira preparar o ninho, em breve iria nascer um ovo perfeitinho.
Um dia de madrugada o ovo rachou e no dia 10 de Julho de 1831 nasceu um pintainho muito bonito a quem os pais deram o nome de Tani.
O Tani cresceu e quando já se tinha transformado num belo galo conheceu uma mulher muito elegante que o levou consigo e com quem ficou a viver.
Gabriel - 3º ano
_____________________________________________
Após a exploração das mesmas, a professora pediu aos alunos que recriassem e legendassem a história.
Era uma vez uma galinha chamada Matilde, que morava na Quinta da Sentença em Amesterdão, na Holanda.
Um dia a Matilde pôs um ovo e decidiu chocá-lo.
O pintainho nasceu no dia 22 de Maio.
A galinha e o galo, chamado Rui, estavam encantados com o seu filhote que era dourado como o ouro e decidiram dar-lhe o nome de Joca.
O Joca e a mãe Matilde alimentavam-se de milho e outros grãos, pois eram granívoros.
Um dia o galo Joca foi para outra capoeira e apaixonou-se por uma galinha chamada Leonor. Então recomeçou tudo outra vez.
Alexandre - 3º ano.
_______________________________________
Numa tarde chuvosa, o galo Mário e a galinha Beatriz pensaram que tinham de ter um filho, então a Beatriz disse:
- Vou já chocar um ovo.
Passados alguns dias, a Baatriz viu o ovo mexer.
O ovo estalou e nasceu o Gabriel.
O Gabriel cresceu feliz junto do pai e da mãe.
Leonardo - 3º ano
________________________________________
O Ti João, que era português, morava na cidade de Nanto, província de Toyama, no Japão e tinha na sua capoeira uma galinha chamada Sininho e um galo chamado Peter Pan.
Um dia, a Sininho e o Peter Pan fizeram um filhinho(ovo)que nasceu numa terça-feira, dia 12/12/1990. Quando o menino partiu enfim a casca, deram-lhe o nome de Joca.
O Joca cresceu e transformou-se num franguinho esperto e malandro que passava o dia atrás das minhocas do jardim.
Rita - 3º ano
________________________________________
Era uma vez uma galinha chamada Heli que morava na Irlanda.
Um dia, a Heli encontrou um galo a quem perguntou:
- Como te chamas?
- Chamo-me Alfanhoca.
- E tu?
- Eu sou a Heli. Respondeu a galinha toda emproada.
A partir dessa altura nunca mais se separaram.
Juntos tiveram um ovo, mas antes da Heli pôr, o Alfanhoca foi à capoeira preparar o ninho, em breve iria nascer um ovo perfeitinho.
Um dia de madrugada o ovo rachou e no dia 10 de Julho de 1831 nasceu um pintainho muito bonito a quem os pais deram o nome de Tani.
O Tani cresceu e quando já se tinha transformado num belo galo conheceu uma mulher muito elegante que o levou consigo e com quem ficou a viver.
Gabriel - 3º ano
_____________________________________________
Subscrever:
Mensagens (Atom)



